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Planejamento empresarial, planejamento da família empresária ou ambos?  

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura


Fundadores de empresa têm como certo que o planejamento estratégico é um investimento importante e tem prioridade.  O mesmo não se pode dizer do planejamento estratégico da família.  

Muitas destas empresas prosperam, crescem e se desenvolvem graças a estes planos estratégicos empresariais, que se incorporam ao DNA delas. 

Mas não raro vemos relatos de graves crises e dificuldades em organizações consideradas baluartes do setor econômico. Algumas destas vão à falência, requerem recuperação judicial ou são encaminhadas adiante. 

Temos o caso do Império Matarazzo, que ruiu por desentendimentos entre os herdeiros que assumiram o comando da empresa após o falecimento do fundador. O Hotel Maksoud é outro exemplo icônico deste destino. Antes considerado um símbolo no ramo da hotelaria, sucumbiu a problemas sucessórios. A Cimento Nassau e Itapemirim, em épocas passadas, sólidas empresas nacionais, enfrentam graves dificuldades em decorrência de sérios problemas de gestão e de passagem de bastão mal conduzida. A pergunta que fica é: por que estas empresas enfrentaram esses problemas, já que contavam com planejamento estratégico, serviços de consultoria e demais apoios?


Podemos, entre outros, dizer que os sócios ou as famílias proprietárias destas empresas provavelmente não souberam estruturar um planejamento para suas próprias famílias.  E não se trata apenas do   planejamento sucessório, aliás, muito importante, que deve ser levado em consideração neste exercício. Outras variáveis, como o Planejamento do Patrimônio Familiar, o Plano de Carreira e treinamento das novas gerações, ou ainda a pretensão futura em relação às empresas da família, a administração  da fortuna e o destino do legado patrimonial, empresarial e financeiro  após o falecimento do chefe da família, precisam ser  igualmente consideradas e fazer parte deste  planejamento. 

 

A elaboração do Planejamento Familiar parte do princípio de que certas perguntas deverão ser respondidas por todos os envolvidos. As respostas não deverão ser dadas logo na primeira reunião, mas sim amadurecer ao longo de vários encontros, fruto de trocas de ideias e de profundas reflexões. Provocando algumas perguntas de cunho estratégico, voltadas ao futuro da família e a tudo o que tem a ver com ela, mostram que, na maioria dos casos, perguntas simples chegam a assustar ou não têm resposta. Vamos a alguns exemplos:

- O que vocês querem fazer com a empresa no futuro?

- Como vocês imaginam o seu negócio nos dias de amanhã?

- Onde cada um estará  trabalhando dentro da empresa? 

- A família quer ficar com a empresa ou vendê-la e montar um fundo financeiro qualquer

- Queremos ficar neste negócio ou entrar em novos ramos de atividade? - Como vamos estruturar os

negócios de forma a evitar conflitos

- Nossos filhos deverão entrar nos negócios da família? 


Portanto, é muito importante que a família crie espaço em sua agenda para desenvolver o processo de planejamento familiar empresarial. Uma vez consensuado o que a família almeja e tem como objetivos, o Planejamento Empresarial pode progredir, tendo como mola propulsora o planejamento familiar. Certamente, a evolução dos negócios seguirá de forma mais harmônica e profissional, com uma noção antecipada dos passos a seguir, caso os gestores da empresa saibam o que os sócios realmente almejam. O planejamento familiar é, no fundo , uma proteção ao capital humano, intelectual e financeiro da família empresária e de seu patrimônio. 


 


 
 
 

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